terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Exposição sobre a Iª República na Vila de Cedovim

No dia 5 de Dezembro passado, foi oficialmente aberta a exposição do Museu da Casa Grande sobre o tema “A Iª REPUBLICA NO CAMINHO DE FOZ CÔA” na vila de Cedovim.

Estiveram presentes os Senhores Engenheiro Gustavo Duarte e Dr. Paulo Donas Botto, respectivamente Presidente e Vice-Presidente da Câmara, os membros da Junta de Freguesia de Cedovim, o Director do Museu da Casa Grande e Técnicos Sandra Naldinho e Paulo Moutinho, entre outros.

Foi descerrada no interior do edifício – Sede da Junta, uma placa em homenagem ao Grande Republicano Cedovinense João Conde, conterrâneo e companheiro de lutas do Dr. Pires de Vasconcelos, José Joaquim Marques de Chãs e Dr. Orlando Marçal de Foz Côa.

Pena foi que os descendentes de 3 Republicanos de Cedovim não tivessem cooperado o suficiente para dar brilho a esta exposição – Republicanos e Maçónicos, apesar da família hoje não admitir. Trata-se da família Saraiva de Castilho, sendo o mais velho (José Maria) oriundo de Almendra.

Esta exposição irá estar presente naquela vila durante todo o mês de Dezembro. Em Novembro esteve nas Chãs. Seguir-se-á, em Janeiro, Murça ou Mós do Douro.

O Senhor Presidente da Câmara, Engenheiro Gustavo Duarte salientou que esta e outras exposições irão ser concebidas para que possam percorrer as diversas freguesias, descentralizando assim as iniciativas culturais.

Por sua vez o Director do Museu da casa Grande disponibilizou-se a preparar outras exposições com esse objectivo.

Dr. António Sá Coixão










quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Exposição “I República no concelho de Vila Nova de Foz Côa”

Em parceria com a Câmara Municipal de Vila Nova de Foz Côa e com o apoio institucional da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da Implantação da República em Portugal, o Museu da Casa Grande de Freixo de Numão elaborou uma exposição subordinada com o tema " A 1.ª República no concelho de Vila Nova de Foz Côa" que inaugurou no dia 5 de Outubro de 2010 no Centro Cultural de Foz Côa. Neste mesmo dia, incluiu-se nas festividades o lançamento da 2.ª edição "A 1.ª República no concelho de Vila Nova de Foz Côa" da autoria de António Sá Coixão e António Trabulo.
A exposição comissariada por António Trabulo e Sandra Naldinho, estará patente durante todo o mês de Outubro em Vila Nova de Foz Côa. Esta inauguração será o ponto de partida desta mostra uma vez que irá ao longo do ano percorrer todas as freguesias do concelho antes de encerrar solenemente no dia 5 de Outubro de 2011.
Este evento procura dar a conhecer ao grande público este período de grande instabilidade governativa. A concentração do vasto espólio documental e fotográfico reunido pretende realçar a vitória do pensamento republicano, a instauração do regime, a participação na 1.ª guerra mundial, a vida política, social e cultural deste período até à ditadura militar, imposta pelo golpe de 28 de Maio de 1926. Em súmula, a exposição faz uma síntese breve mas eloquente dos diferentes momentos que marcaram a história política do país, tendo inevitavelmente tido importantes repercussões a nível local.







domingo, 7 de março de 2010

Desfile Alegórico em Vila Nova de Foz Côa

As fotografias que se seguem mostram a participação do Museu da Casa Grande no tradicional desfile alegórico das comemorações das Festas das Amendoeiras em Flor.








segunda-feira, 4 de maio de 2009

V Congresso de Arqueologia do Interior Norte e Centro de Portugal

Vai decorrer nos próximos dias 13, 14, 15 e 16 de Maio, em Pinhel, Mêda, Figueira de Castelo Rodrigo e Vila Nova de Foz Côa o V CONGRESSO DE ARQUEOLOGIA DO INTERIOR NORTE ECENTRO DE PORTUGAL, numa organização da ACDR de Freixo de Numão/Museu da Casa Grande, do Parque Arqueológico do Vale doCôa e da APDARC.

Para mais informação contactar o secretariado:
freixo.acdr@clix.pt / Tel: 279 789 573
ou lluis.pavc@igespar.pt

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Algumas fotografias do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios

Partida

Descida da Calçada Romana




Visita ao Moinho das Regadas





Fim do passeio no sítio do Prazo



quarta-feira, 15 de abril de 2009

Dia Internacional dos Monumentos e Sítios

Caríssimos (as) Amigos (as),

O Museu da Casa Grande de Freixo de Nuão vai associar-se ao Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, que se comemora a 18 de Abril, este ano sob o tema Património e Ciência.

Neste sentido e tendo em conta a grande importância do património arqueológico na freguesia de Freixo de Numão, convidamo-lo a participar na iniciativa “Um Passeio Pedestre pelos Trilhos da Investigação Arqueológica”.

A actividade iniciar-se-á pela visita ao Museu da Casa Grande e às ruínas instaladas no quintal anexo ao palácio. De seguida, caminhar-se-á para os seguintes núcleos arqueológicos visitáveis:

- a Calçada Romana das Regadas;
- o Sítio Arqueológico do Zimbro II (vestígios de Villa Romana);
- o Sítio Arqueológico do Prazo (ruínas pré-histórica, romanas e medievais).

Ao longo de uma visita pedestre, irão ser evidenciados alguns aspectos relativos a história da investigação arqueológica no aro de Freixo de Numão, mas também, a metodologia aplicada durante os trabalhos de campo, as acções de conservação e restauro realizadas para a salvaguarda destes mesmos, as dificuldades encontradas para a sustentabilidade destes sítios, e os potenciais projectos futuros que a tutela pretende desenvolver no intuito de valorizar e dinamizar este património.

No final, os participantes poderão, ainda, desfrutar de um pequeno lanche no parque de lazer do Prazo.

Horário: 9h00-13h00
Público-alvo: Público em geral
Organização: Museu da Casa Grande e A.C.D.R. de Freixo de Numão
Contactos para inscrição: 279 789 573 / http://www.acdr.freixo@clix.pt/


Contamos com a participação de todos e agradecemos a divulgação, junto dos vossos amigos, para partirmos em conjunto à descoberta do nosso património.

domingo, 4 de janeiro de 2009

Exposição tempóraria "Natal com Arte - Um Natal acessível a Todos"

Balanço da exposição

O Museu da Casa Grande de Freixo de Numão inaugurou no último dia 21 de Novembro, no núcleo da Casa do Moutinho, mais uma exposição temporária subordinada ao tema “UM NATAL COM ARTE – UM NATAL ACESSIVEL PARA TODOS”. Este trabalho resultou de uma parceria entre o Museu da Casa Grande de Freixo de Numão e o Centro de Dia para Crianças Inadaptadas (CDCI), uma das valências da Santa Casa da Misericórdia de Vila Nova de Foz Côa. Esta iniciativa que pretendeu criar uma imagem alternativa dos espaços, no sentido de diversificar a oferta museológica e sensibilizar novos públicos, prolongou-se até dia 21 de Dezembro. A inaugurar esta iniciativa estiveram o Dr. Jorge da Silva, Vice-presidente da A.C.D.R. de Freixo de Numão, o Dr. Víctor Sobral, Vereador da Câmara Municipal de Vila Nova de Foz Côa e ainda o Eng.º António Gouveia, Provador da Santa Casa da Misericórdia de Vila Nova de Foz Côa. Auferiu-se ainda da participação de várias outras individualidades concelhias, entre eles: o senhor António Assunção da Adega Cooperativa de Freixo de Numão; o Eng.º Gustavo Duarte, Vereador da Câmara de Vila Nova de Foz Côa; o Padre Ferraz e o Padre Vítor.
Num espaço adaptado ao ambiente natalício – embelezado pelos efeitos realizados pelos alunos dos Jardins de Infância do Agrupamento Escolar de Vila Nova de Foz Côa –, propuseram-se uma selecção de ideias elaboradas pelos jovens artistas do CDCI de Vila Nova de Foz Côa para venda de presentes de Natal que se pretendeu diversificada e para todas as bolsas! Fios, pregadeiras, porta-chaves, guarda-jóias, pratos pintados, quadros, toalhas bordadas e cartões de boas festas são apenas alguns dos exemplos que se pôde encontrar nesta feira. Nesta montra natalícia, fizeram ainda êxito todo mobiliário confeccionado na carpintaria do CDCI: mesa, escano e espelhos.
Todos estes produtos encontravam-se inseridos num cenário que pretendia recriar alguns espaços de uma casa, concebidos para o efeito, e onde se encontrou mobiliário recentemente doado e objectos pertencentes ao espólio etnográfico do Museu – bens culturais resultantes essencialmente da dádiva da gente de Freixo de Numão. Este cenário procurou transportar os visitantes numa “viagem” entre uma época mais longínqua, porém sem deixar de olharmos para as realidades actuais!
O resultado final desta iniciativa foi claramente positivo uma vez que, por um lado, se revelou uma excelente oportunidade de divulgação do património de Freixo de Numão e, por outro, a exposição foi visitada por inúmeras pessoas que adquiriram uma parte significativa destes trabalhos manuais. Mas, principalmente, porque esta acção conseguiu sensibilizar as populações para a importância e interesse do trabalho que as crianças inadaptadas conseguem realizar.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

"Natal com Arte - Um Natal acessível a Todos"


O Museu da Casa Grande de Freixo de Numão e o Centro de Dia para Crianças Inadaptadas (CDCI) de Vila Nova de Foz Côa expõem entre os dias 22 de Novembro e 21 de Dezembro de 2008, no núcleo museológico da Casa do Moutinho (Freixo de Numão), “Natal com Arte – um Natal Acessível a Todos”.

Num espaço adaptado ao ambiente natalício – embelezado pelos efeitos realizados pelos alunos dos Jardins de Infâncias do Agrupamento Escolar de Vila Nova de Foz Côa –, propõe-se uma selecção de ideias elaboradas pelos jovens artistas do CDCI para venda de presentes de Natal que se pretendem diversificadas e para todas as bolsas! Velas, guarda-jóias, pratos pintados, quadros, toalhas bordadas e cartões de boas festas são apenas alguns dos exemplos que poderá encontrar nesta exposição.

Todos estes produtos vão estar inseridos num cenário que pretende recriar alguns espaços de uma casa, concebidos para o efeito, e onde vão poder encontrar mobiliário e objectos pertencentes ao espólio etnográfico do Museu – bens culturais resultantes essencialmente da dádiva da gente de Freixo de Numão. Este cenário procura transportar os visitantes numa “viagem” a uma época mais longínqua.

A exposição funcionará todos os dias de Segunda a Sábado das 9h-12h30 e das 14h-17h30 e ao Domingo das 14h as 18h.

Contamos desde já com a sua presença!

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

EXPOSIÇÃO TEMPORÁRIA NA CORISCADA - "OS ROMANOS NO VALE DO MOURO"

Esta exposição surge na sequência das diversas campanhas de escavação arqueológica que já tiveram lugar no sítio do VALE DO MOURO, desde o ano de 2003.

Os vestígios foram referenciados por elementos do Centro Sócio-Cultural da Coriscada. A partir do ano de 2003, uma equipa de arqueólogos coordenada pelos senhores Doutores António Sá Coixão e Tony Silvino, com saliência para arqueólogos e estudantes da cidade de Lyon (França) e Faculdade de Letras do Porto, iniciaram campanhas de investigação no sítio.

Inicialmente, com apoio logístico do Centro Sócio-Cultural da Coriscada e ACDR de Freixo de Numão, as campanhas vieram a envolver dezenas de investigadores, agora com a envolvência da Junta de Freguesia da Coriscada e um apoio financeiro significativo por parte da Câmara Municipal de Meda, na pessoa do seu Presidente Dr. João Mourato.

Se em 2003 e 2005 a investigação se centrou na zona do Balneário Romano em 2006, 2007 e 2008 a mesma estendeu-se a cerca de 3 hectares de terreno adquiridos à Família Meneses.

A descoberta de painéis de mosaico policromo no Verão de 2006, salientando-se a figuração do Deus Baco e de uma Menade, criou uma quase situação de revolução no que se refere ao estudo do Mundo Rural Romano.

No ano de 2007, no dia 5 de Outubro (último dia de campanha) um Tesouro Monetário de cerca de 4.600 moedas datando de finais do século III a finais do Século IV depois de Cristo, voltou a constituir motivo de surpresa e disso foi feito eco em praticamente toda a imprensa nacional e estrangeira.

Com a campanha de 2008 já praticamente perto do final (iniciou-se a 30 de Junho) o sítio do VALE DO MOURO surpreende os investigadores em cada dia que passa. No inicio (ano de 2003) pensávamos que o sitio teria duas ocupações durante os séculos III e IV depois de Cristo. Hoje, com uma área significativa já escavada, podemos afirmar que os achados e a sua interpretação (estratigrafia, cerâmicas, moedas…) nos levam a afirmar que há quase 7.000 anos já terá havido moradores no Vale, durante o denominado período NEOLITICO.

Nos inícios do século I d.C. terá ali sido edificada uma Villa (Quinta) cuja ocupação decorrerá até finais do século II ou inícios do século III d.C. No último quartel do século III d.C. um senhor endinheirado, certamente á custa do rendimento agrícola (vinho, cereais, azeite…) mas também da exploração mineira (ferro, estanho, prata, chumbo, etc.) terá reconvertido a Villa, chamado técnicos de bem longe para lhe revestir salas de mosaico e paredes de estuque pintado, edificar hipocaustos em balneários e Triclinium. Foi uma época áurea em que há a probabilidade de o senhor se valer de operários livres criando um Vicus (aldeia) onde os Deuses e festividades passariam a ter algum cunho colectivo.

Já nos finais do século IV d.C., com o sítio em declínio, nova reconversão do espaço, com cenários empobrecidos que terão entrado em decadência no século V ou VI d.C.

VALE DO MOURO é já uma referência Regional e Nacional. A musealização do sítio e a criação de um Museu na Coriscada são factos assumidos por todos os intervenientes.

Um agradecimento a todos, em especial ao senhor Dr. João Mourato e Câmara de Meda, João Moreira e Centro Sócio-Cultural, Junta de Freguesia de Coriscada, Sr. Dr. José Luís Almeida e Alfredo Almeida, ACDR de Freixo de Numão e Museu da Casa Grande e à sua técnica Dr.ª Sandra Naldinho, aos investigadores de Lyon e Portugueses de diversos locais e universidades. O esforço colectivo permitiu a grande obra que esperamos ver em breve concluída.

Os Arqueólogos
António Sá Coixão e Tony Silvino

sábado, 9 de agosto de 2008

Sessão de Arqueologia Experimental

Integrado nas comemorações do 12.º aniversário do PAVC (Parque Arqueológico do Vale do Côa) realizou-se, neste dia, no Museu da Casa do Moutinho uma visita guiada pela exposição "A Arte que o Côa Guarda" e uma oficina de arqueologia experimental.



Atelier de Arqueológia Experimental com a sua maleta
Pintura

Técnicas de fazer fogo

Talhe de materiais líticos

Após a oficina de arqueológia experimental decorreu no sítio arqueológico do Prazo uma ceia temática (pré-histórica).

Larreira utilizada para assados!!!

segunda-feira, 28 de julho de 2008

CONFERÊNCIA

O Calcolítico no Sul de França

pelo Arqueológo
Laurent Carozza
(CNRS, Montpellier, France)

no Auditório da Adega Cooperativa de Freixo de Numão
No dia 1 de Agosto, às 21,30 h.

Entrada livre

Apoio: GRICES (MCTES) /PESSOA

Organização: Museu da Casa Grande e Faculdade de Letras da Faculdade do Porto (no quadro da campanha arqueológica de Castanheiro do Vento/2008)



Algumas fotos do evento:



Laurent Carroza e Luc Jalot na apresentação da comunicação

A assistência

terça-feira, 22 de julho de 2008

Inauguração da exposição itinerante "A Arte que o Côa Guarda"

Aqui vão algumas fotografias do dia da inauguração:


O Director do Museu, o Dr. António Coixão, no discurso inaugural com o Dr. António Martinho Baptista


Visita guiada pelo Dr. António Martinho Baptista



O Museu da Casa Grande agradece a todos que estiveram presente neste dia de inauguração e a tornaram um sucesso.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Concerto de Verão

O Museu da Casa Grande e o Parque Arqueológico do Vale do Côa promoveram, sexta-feira, dia 18 Julho de 2008, pelas 21h30, um concerto de verão na Igreja Matriz de Freixo de Numão.

Foi um concerto único e... surpreendente!

terça-feira, 8 de julho de 2008

Exposição Itinerante“A Arte que o Côa Guarda – Arte Rupestre e Arqueologia do Vale do Côa”


A Arte que o Côa Guarda - Arte Rupestre e Arqueologia do Vale do Côa” é o título da próxima exposição que vai ser inaugurada no Núcleo da Casa do Moutinho, no próximo dia 20 de Julho, às 15 horas.

Esta iniciativa que já percorreu várias instituições do país é fruto de uma parceria entre o Museu da Casa Grande de Freixo de Numão, a Câmara Municipal da Guarda, o Parque Arqueológico do Vale do Côa e a Câmara Municipal de Vila Nova de Foz Côa.

A mostra apresenta 9 painéis que ilustrem algumas das mais importantes gravuras descobertas no Vale do Côa, a exibição de um filme sobre o Parque Arqueológico do Vale do Côa e a reconstituição de um habitat paleolítico.

Esta iniciativa pretende dar a conhecer melhor o que é a arqueologia e a arte rupestre do Vale do Côa. Por outro lado, são também recriadas cenas do quotidiano através das quais é possível estabelecer ligação com algum espólio da exposição permanente do núcleo sede, de cariz arqueológico.

Esta exposição estará patente até dia 27 de Setembro 2008 e pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h30 e das 14h00 às 17h30.

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Exposição temporária - "Freixo de Numão, um presente com memória"




Encontra-se patente no Núcleo da Casa do Moutinho, até dia 5 de Julho de 2008, a exposição de fotografias antigas “Freixo de Numão, um presente com memória”, que foi inaugurada no dia 24 de Maio de 2008 no âmbito das comemorações do 28º aniversário da sua tutela, à A.C.D.R. de Freixo de Numão.

“Freixo de Numão, um presente com memória” resulta de um trabalho, de alguns anos a esta parte, de recolha de imagens vetustas sobre a freguesia de Freixo de Numão e, também, de intensa pesquisa, para um melhor entendimento e enquadramento histórico das mesmas, sendo possível expor algumas destas imagens, cujos originais foram gentilmente cedidas pelos seus actuais proprietários para serem inventariadas na base de dados do museu, antes de serem novamente restituídas.

Estas fotografias, que evocam o “preto e branco das memórias”, retratam Freixo de Numão e as suas gentes, numa memorável viagem pelo passado, onde foi possível reencontrar os retratos de uma vila (saudosa vila).

Das individualidades às expressões de apego dos grupos, da cultura à religião, dos mais conhecidos lugares da terra ao ardo trabalho do campo, a exposição provocou um despertar de emoções nos mais velhos e a admiração dos mais novos.

A exposição já foi visitada por inúmeras pessoas que se interessaram por esta acção pois, como é evidente, este tema provoca a natural curiosidade de olharmos para o antigo para estabelecer a diferença em relação ao actual e, logicamente, também o futuro. Além de procurar atrair um vasto público e, considerando a riqueza estética e documental das imagens, esta iniciativa foi também uma excelente oportunidade de divulgar o património de Freixo de Numão e de sensibilizar as pessoas para a importância e interesse do fundo documental reunido sobre a freguesia e sobre o valor patrimonial da fotografia antiga.