segunda-feira, 21 de julho de 2008

Concerto de Verão

O Museu da Casa Grande e o Parque Arqueológico do Vale do Côa promoveram, sexta-feira, dia 18 Julho de 2008, pelas 21h30, um concerto de verão na Igreja Matriz de Freixo de Numão.

Foi um concerto único e... surpreendente!

terça-feira, 8 de julho de 2008

Exposição Itinerante“A Arte que o Côa Guarda – Arte Rupestre e Arqueologia do Vale do Côa”


A Arte que o Côa Guarda - Arte Rupestre e Arqueologia do Vale do Côa” é o título da próxima exposição que vai ser inaugurada no Núcleo da Casa do Moutinho, no próximo dia 20 de Julho, às 15 horas.

Esta iniciativa que já percorreu várias instituições do país é fruto de uma parceria entre o Museu da Casa Grande de Freixo de Numão, a Câmara Municipal da Guarda, o Parque Arqueológico do Vale do Côa e a Câmara Municipal de Vila Nova de Foz Côa.

A mostra apresenta 9 painéis que ilustrem algumas das mais importantes gravuras descobertas no Vale do Côa, a exibição de um filme sobre o Parque Arqueológico do Vale do Côa e a reconstituição de um habitat paleolítico.

Esta iniciativa pretende dar a conhecer melhor o que é a arqueologia e a arte rupestre do Vale do Côa. Por outro lado, são também recriadas cenas do quotidiano através das quais é possível estabelecer ligação com algum espólio da exposição permanente do núcleo sede, de cariz arqueológico.

Esta exposição estará patente até dia 27 de Setembro 2008 e pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h30 e das 14h00 às 17h30.

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Exposição temporária - "Freixo de Numão, um presente com memória"




Encontra-se patente no Núcleo da Casa do Moutinho, até dia 5 de Julho de 2008, a exposição de fotografias antigas “Freixo de Numão, um presente com memória”, que foi inaugurada no dia 24 de Maio de 2008 no âmbito das comemorações do 28º aniversário da sua tutela, à A.C.D.R. de Freixo de Numão.

“Freixo de Numão, um presente com memória” resulta de um trabalho, de alguns anos a esta parte, de recolha de imagens vetustas sobre a freguesia de Freixo de Numão e, também, de intensa pesquisa, para um melhor entendimento e enquadramento histórico das mesmas, sendo possível expor algumas destas imagens, cujos originais foram gentilmente cedidas pelos seus actuais proprietários para serem inventariadas na base de dados do museu, antes de serem novamente restituídas.

Estas fotografias, que evocam o “preto e branco das memórias”, retratam Freixo de Numão e as suas gentes, numa memorável viagem pelo passado, onde foi possível reencontrar os retratos de uma vila (saudosa vila).

Das individualidades às expressões de apego dos grupos, da cultura à religião, dos mais conhecidos lugares da terra ao ardo trabalho do campo, a exposição provocou um despertar de emoções nos mais velhos e a admiração dos mais novos.

A exposição já foi visitada por inúmeras pessoas que se interessaram por esta acção pois, como é evidente, este tema provoca a natural curiosidade de olharmos para o antigo para estabelecer a diferença em relação ao actual e, logicamente, também o futuro. Além de procurar atrair um vasto público e, considerando a riqueza estética e documental das imagens, esta iniciativa foi também uma excelente oportunidade de divulgar o património de Freixo de Numão e de sensibilizar as pessoas para a importância e interesse do fundo documental reunido sobre a freguesia e sobre o valor patrimonial da fotografia antiga.